Conflitos no relacionamento

O último encontro do “Quando pecadores dizem ‘sim'” tratou dos conflitos no relacionamento. Como o evangelho afeta a nossa maneira de observar e lidar com as crises? Como a percepção de que somos pecadores em transformação afeta nossa atitude e comportamento na hora das tensões? Confira no link abaixo.

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play-button_318-42541Clique aqui para ouvir online ou baixar

Pipoca&Bíblia: Sem Limites

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Ontem tivemos mais uma edição do Pipoca&Bíblia, a primeira de 2016! Assistimos ao filme “Sem limites” (Limitless), e discutimos acerca da busca pela perfeição. Você pode conferir o material escrito sobre o filme abaixo:

 

Sem Limites

“Ano de poder”

Cruzamos a barreira invisível que separava 2015 de 2016. Sobrevivemos a mais um ano, seja com alegria e vigor, seja com dificuldade e pesar. Novos inícios, no entanto, trazem um gostinho de empolgação. Indicam um novo ciclo, no qual podemos corrigir alguns erros e reforçar acertos.

Como foi a nossa caminhada como igreja no último ano? Crescemos na experiência de viver como igreja reformada, missional, contemporânea, educativa e voltada para o coração? Preservamos nossas tradições? Compartilhamos Jesus com outras pessoas? Falamos o evangelho em bom português? Conhecemos e ensinamos a Bíblia? Ficamos mais atentos ao coração do que ao comportamento das pessoas?

A realidade por trás desses elementos, e que funcionará como instrumento de avaliação deles, é nossa dependência e experiência do evangelho e da comunidade. O nosso crescimento nesses itens fundamentais direcionará o crescimento nos demais.

Esse é o nosso desafio para 2016. Uma igreja centrada no evangelho e na comunidade preservará sua tradição teológica, e por ela terá grande estima; proclamará o evangelho fielmente nos mais variados ambientes, preocupar-se-á com a linguagem de seu ambiente, para que a comunicação seja eficaz; terá como base o ensino da Escritura; e dará atenção aos movimentos do coração, que direcionam as posturas e comportamentos.

O ambiente pleno de evangelho e comunidade também é um ambiente de serviço. Em 2016 podemos crescer em amar uns aos outros de formas práticas, dentro e fora das estruturas da igreja. Podemos orar uns pelos outros; fazer contato regular para saber como as pessoas estão; observar os espaços de necessidade para atuar na congregação, dispor de nosso tempo para acompanhar alguém em uma necessidade.

2016 é um ano para crescermos. Viver à luz do evangelho e da comunidade significa batalhar para resolver conflitos relacionais, empregar os maiores esforços para mortificar a carne e abandonar pecados, confessar, compartilhar, pedir perdão, perdoar, e pedir ajuda. Homens podem ser mais masculinos, e mulheres, mais femininas.

Acima de tudo, enquanto crescemos em comunhão uns com os outros, desenvolvemos comunhão com Deus. NEle poderá crescer a nossa alegria e satisfação; Ele poderá transformar o nosso coração; e dEle poderemos esperar grandes coisas.

2016 não é o “ano de poder”, mas é mais um ano da graça de Deus, que age em nós, para nos fazer semelhantes a Jesus (Rm.8.29).

Nova série de sermões: Angústia nos Salmos

Amanhã começa a nova série de sermões na IPCohama. Ao longo dos próximos domingos, caminharemos por alguns Salmos, observando como a aflição faz florescer um tipo de engajamento com Deus, que envolve profundamente nossas emoções, e revela o nosso coração. Você é nosso convidado a participar dessa caminhada bíblica! Todos os domingos, às 17h30m.

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Vinte e poucos anos

Fábio Jr. eternizou os “vinte e poucos anos” em sua canção. O refrão, não sem razão regravado pela banda de rock Raimundos em uma ou duas gerações posteriores, refletia a máxima da imprudência e egoísmo juvenil:

Nem por você / Nem por ninguém / Eu me desfaço / Dos meus planos / Quero saber bem mais / Que os meus 20 e poucos anos

Nem toda juventude precisa ser assim. Conquanto deva ser reconhecido como necessitando de maturidade, esse período pode ser um prazeroso momento de descobertas e crescimento.

15014832727_ff8df4bb19_z(1)Ontem, 18 de Julho, a Igreja Presbiteriana do Renascença completou 28 anos de vida. Na prática, o tempo é maior, pois o período de congregação não é contado. De todo modo, são “vinte e poucos anos” de desafios e crescimento; uma jornada que pode ser vista por alguns como período curto, mas certamente com permanência significativa enquanto organismo e organização.

Do lado de cá, observando como congregação, só podemos admirar a nossa igreja-mãe. Somos como a pequena Sarah apreciando a mamãe Camila, ou como Aninha “babando” Rosely. A filha vê a mãe formada e tem a impressão de que ela sempre foi assim. Que engano! Talvez Elisa não suspeite que as broncas que hoje recebe, foram as mesmas recebidas pela mãe; talvez Vitória não saiba que Jamilly já precisou esperar para desfrutar de algumas liberdades; talvez Raquel nem imagine que Luísa não usava batom na infância.

Hoje observamos uma igreja de 28 anos com estrutura estabelecida: pastor titular e seus auxiliares; conselho de pastores e presbíteros; junta diaconal crescente; boa localização e prédio; e os benefícios da vida eclesiástica, como certa autonomia e maior participação na dinâmica do presbitério. Mas a IPR não nasceu assim. Ela não usava batom na infância.

G0010242(1)Como nós, a igreja começou se reunindo em uma casa — a da irmã Sônia Faray. Experimentou aquela “vida nômade” que as congregações vivenciam antes de ter maior estabilidade. Passou por casa, escola, até adquirir localização própria. Teve muitos pastores, a maioria com curta duração, até se estabilizar com o Rev. Ilmar, que já conta com mais de uma década na liderança. Enfrentou dificuldades com pessoal — diáconos, músicos e professores nem sempre foram abundantes. Mas, com o passar do tempo, Isabela vai se tornando Karol (do seu jeito, é claro).

A IPR foi (e continua sendo) tratada e aperfeiçoada pelo Senhor ao longo dos anos. Na celebração desses 28, somos convidados a apreciar nossa “mãe” e louvar a Deus por preservar a vida da igreja na cidade. Imitemos as virtudes e aprendamos com os erros de quem veio antes de nós, a fim de manter o mesmo testemunho fiel no meio da cultura. Louvado seja o nosso Pai pela Igreja Presbiteriana do Renascença!